Calculadora de Juros Compostos

Informe um valor inicial, um aporte mensal, a taxa de juros e o prazo. A calculadora projeta quanto você terá no fim do período — e, se você quiser, mostra o valor já descontada a inflação (o poder de compra de verdade). O resultado aparece na hora, com gráfico e tabela mês a mês: sem botão, sem cadastro, sem e-mail.

Rendimento nominal esperado.

Por quanto tempo o dinheiro fica investido.

Para mostrar o valor final em poder de compra de hoje. Deixe 0 para ignorar.

Você teria, ao final:
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Total investido (aportes)
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Total em juros
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Valor corrigido pela inflação (poder de compra hoje)
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Evolução do patrimônio
    Ver a evolução em tabela
    Visão da tabela

    Valores em reais. A coluna de poder de compra só aparece quando você informa uma inflação maior que zero.

    Estimativa educativa baseada nas premissas que você informou. Não substitui análise individual, leitura de contrato, cotação real nem avaliação tributária, jurídica ou financeira. Os valores efetivos podem variar.

    O que são juros compostos?

    Juros compostos são os juros que incidem não só sobre o valor que você aplicou, mas também sobre os juros que já foram acumulados. É o famoso "juro sobre juro". No começo a diferença para o juro simples parece pequena; com o passar dos anos, ela vira uma bola de neve a seu favor. É por isso que quem começa cedo, mesmo com pouco, costuma terminar à frente de quem começou tarde com muito mais.

    Como a calculadora faz a conta (a fórmula, sem susto)

    Para o valor que já está aplicado, usamos a fórmula clássica do montante: o valor inicial multiplicado por (1 + taxa) elevado ao número de períodos. Para os aportes mensais, somamos o crescimento de cada depósito ao longo do tempo (matematicamente, a fórmula do valor futuro de uma série de pagamentos). Se você digitar a taxa ao ano, ela é convertida para a taxa mensal equivalente — (1 + taxa)1/12 − 1, nunca dividindo por 12 — e os aportes entram mês a mês, exatamente como na vida real. Consideramos cada aporte feito no fim de cada mês (série postecipada).

    O resumo, o gráfico e a tabela saem todos da mesma projeção mês a mês. Parece um detalhe, mas é o que garante que o número grande lá em cima seja exatamente a última linha da tabela — não é raro encontrar calculadora por aí cujo texto de exemplo não bate com a própria ferramenta.

    Taxa ao ano ou ao mês? Tanto faz — desde que a conversão esteja certa

    Um CDB que paga 1% ao mês não paga 12% ao ano: paga 12,68%. Um fundo que rende 12% ao ano não rende 1% ao mês: rende 0,9489%. Por isso a calculadora deixa você digitar a taxa no período que tiver em mãos e mostra na hora a equivalente no outro. Se quiser aprofundar a conversão entre períodos (dia, mês, semestre, ano) e aprender a somar e subtrair taxas do jeito certo, use o conversor de taxas.

    Por que o aporte mensal muda tudo

    Muita gente foca só na taxa de juros, mas o aporte constante costuma ser o motor mais forte nos primeiros anos. Enquanto o montante ainda é pequeno, é o seu depósito mensal que faz a bola crescer; só mais tarde os juros assumem o protagonismo. Abra a tabela na visão anual e compare, ano a ano, a coluna de aportes com a de juros: o ano em que os juros passam os aportes é o momento em que o patrimônio começa a trabalhar mais do que você.

    Não esqueça da inflação: rendimento nominal x real

    Render 10% ao ano parece ótimo — mas se a inflação foi de 5%, seu ganho real foi de cerca de 4,76%. O número que aparece no extrato é o rendimento nominal; o que importa para o seu bolso é o rendimento real, já descontada a inflação. Por isso o gráfico tem uma terceira linha: o mesmo patrimônio medido em poder de compra de hoje. É a distância entre a linha de cima e essa que mostra quanto da sua rentabilidade a inflação come pelo caminho.

    Erros comuns que vejo na prática

    Exemplo prático

    Com R$ 1.000 iniciais, R$ 500 por mês, a 10% ao ano durante 10 anos, você teria investido R$ 61.000 do próprio bolso e terminaria com cerca de R$ 102.526 — quase R$ 41.500 vieram só dos juros. Brinque com os campos acima: aumente o prazo de 10 para 20 anos e observe como a parcela de juros cresce desproporcionalmente. Esse "salto" no fim é a essência dos juros compostos, e é o que a curva do gráfico mostra de forma mais clara do que qualquer número isolado.

    Perguntas frequentes

    Qual a diferença entre juros simples e compostos?

    No juro simples o rendimento incide sempre sobre o valor inicial. No composto, o rendimento de cada período passa a render também — é o que acelera o crescimento ao longo do tempo.

    Posso informar a taxa ao mês?

    Pode. Escolha "Ao mês" ao lado do campo de taxa; a equivalente ao ano aparece logo abaixo. A conversão usa taxa equivalente, com juro sobre juro, não uma divisão por 12.

    Os aportes entram no início ou no fim do mês?

    No fim de cada mês. O saldo rende juros primeiro e o aporte entra depois — por isso, no mês 1, os juros incidem apenas sobre o valor inicial.

    A calculadora serve para qualquer investimento?

    Ela projeta um cenário com taxa constante. Investimentos reais variam (e renda fixa tem imposto e taxas). Use o resultado como estimativa de planejamento, não como promessa de retorno.

    Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento. Os resultados são estimativas baseadas nos dados que você informar.