Calculadora de Independência Financeira (FIRE)

Independência financeira é quando a renda dos seus investimentos paga o seu padrão de vida. Informe quanto você quer ter de renda por mês e o seu ritmo de investimento — a calculadora mostra o patrimônio-alvo, se você chega até a idade desejada e quanto precisaria aportar por mês se o plano ainda estiver curto.

Quanto você quer receber por mês vivendo de renda.

Acima da inflação, na fase de acumulação.

Para estimar sua idade ao atingir o número.

Quando você quer começar a viver dessa renda.

Seu número da independência:
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Renda mensal
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Prazo estimado
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Idade estimada
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Patrimônio na idade alvo
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Taxa no prazo escolhido
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Aporte necessário
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Diagnóstico
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Estimativa educativa baseada nas premissas que você informou. Não substitui análise individual, leitura de contrato, cotação real nem avaliação tributária, jurídica ou financeira. Os valores efetivos podem variar.

Qual é o seu "número"?

O número da independência é o patrimônio que pode sustentar o seu padrão de vida com uma política de retirada anual. A conta de partida é simples: pegue a renda anual desejada e divida por uma taxa anual de retirada. Esta calculadora usa 4% ao ano como referência. Com essa régua, quem quer R$ 5.000 por mês (R$ 60.000 por ano) precisa de cerca de R$ 1,5 milhão.

A taxa de retirada não é a rentabilidade da carteira. Ela é a fatia do patrimônio que seria usada por ano para gerar a renda desejada. Taxas maiores deixam o número menor, mas tornam o plano mais agressivo; taxas menores exigem mais patrimônio, mas dão mais margem de segurança. Por isso a calculadora também olha para a idade em que você quer usar o capital: se o patrimônio projetado nessa data não sustentar a renda com uma retirada razoável, ela mostra o aporte mensal necessário.

A regra dos 4%, sem romantismo

A regra dos 4% nasceu de estudos americanos e virou referência mundial. Ela sugere que retirar 4% ao ano (corrigidos pela inflação) tende a fazer o dinheiro durar décadas. A calculadora usa essa taxa como referência moderada para não exigir que você escolha uma premissa técnica logo de cara. Mas trate isso como planejamento, não como promessa: sequência de retornos ruins logo no começo, impostos e mudanças de gasto podem alterar o resultado. Por isso eu costumo trabalhar com margem de segurança e revisar o plano de tempos em tempos.

Acumular é metade da história

Saber o alvo é o primeiro passo; chegar nele depende de três alavancas: quanto você já tem, quanto aporta por mês e a que taxa real (acima da inflação) o dinheiro cresce. Repare, mexendo nos campos acima, como o aporte mensal encurta o prazo de forma muito mais previsível do que "torcer por um rendimento maior". Aumentar o aporte é o que está sob o seu controle; rentabilidade, não. Como usamos rendimento real (acima da inflação), o número-alvo e a renda aparecem em poder de compra de hoje.

Erros que vejo na prática

Perguntas frequentes

Preciso parar de trabalhar ao atingir o número?

Não. Muita gente busca a independência para ter liberdade de escolha — trabalhar por querer, e não por obrigação. O número é sobre opções, não sobre aposentadoria forçada.

Devo usar rendimento real ou nominal?

Na acumulação, prefira pensar em termos reais (acima da inflação). Assim o número-alvo e a renda futura já estão em poder de compra de hoje, o que evita ilusão.

Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento. Resultados são estimativas com base nos dados informados.